Eu, passada pola experiência do equipo directivo sou um pouco brutalhona: há gente que se nega com qualquer estratégia de marqueting e café e pastas que usemos, a fazer o seu trabalho (porque aplicar o projeto leitor na sua aula, entre outras cousas, faz parte do trabalho); para estas pessoas a única maneira que existe é a obriga. Nom há mais. Penso que também é uma realidade que temos que aceitar.
Eu o que aprendim foi a utilizar os espaços da obriga para trabalhar estes assuntos: CCP e Claustro, no meu caso. Coloco o tema que considere necessário trabalhar na ordem do dia e levo preparada uma dinámica ou actividade para fazer (algo que "obrigue" a participar a todas as presentes). Assim ninguém pode escaquear-se de escuitar e falar e aportar.
Em alguns casos foi a maneira de ganhar pessoas, porque voluntariamente, nunca participariam em nada porém, ao ser "obrigadas" a reflexionar, escuitar, acabam por ver-lhe o sentido a certas propostas.
[também é verdade que há uns tempos em que me sinto mais animada a tentar e tentar (em todos os sentidos da palavra) e outras nas que dou por impossível o assunto e admito a derrota]. Neste curso, por exemplo, com o tema programaçons-LOMCE anda o mar mui picado.