
Licenza da pintura: "Maria da Fonte", por Roque Gameiro (Quadros da História de Portugal, 1917). A TRIBO DOS PINCÉIS: Quadros da História de Portugal (1917). Picryl, PDM 1.0 DEED
A
REVOLTA DE MARIA DA FONTE (Portugal, 1846)
(PORTUGUÊS)
Maria da Fonte dá nome ao levantamento
popular português de 1846 contra o governo de
Costa Cabral, no quadro da transição do Antigo Regime para o liberalismo.
As reformas modernizadoras (reforma agrária,
fiscal, etc), geraram descontentamento entre a população, mas a última gota que
faltava foi o regulamento sobre a saúde pública, proibindo os enterros
tradicionais nas igrejas.
A nova regulação requeria o enterramento nos
cemitérios públicos, fora das cidades, impondo uma nova certidão do óbito que
tinha de ser paga antes do enterro, a “faísca que prendeu o lume”.
A revolta das mulheres do Minho desembocou numa guerra civil de oito meses,
conhecida como a Patuleia, que terminou com a assinatura da Convenção do
Gramido em 1847.
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A
REVOLTA DE MARIA DA FONTE (Portugal, 1846)
(GALEGO)
Maria da Fonte dá nome ao levantamento popular portugués de
1846 contra o goberno de Costa Cabral, no cadro da transición do Antigo Réxime
para o liberalismo.
As reformas modernizadoras (reforma agraria,
fiscal, etc), xeraron descontento entre a poboación,
mais a última gota que faltaba foi o regulamento sobre a saúde pública,
prohibindo os enterros tradicionais nas igrexas.
A nova regulación
requiría o enterramento nos cemiterios públicos, fóra
das cidades, impondo unha nova certificación
de óbito que tiña que ser paga antes do enterro, a “faísca que prendeu o lume”.
A revolta
das mulleres do Minho desembocou nunha guerra civil de oito meses, coñecida
como a Patuleia, que terminou coa sinatura da Convenção do Gramido en 1847.
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